inteligencia emocional
Comunicação

De olho na inteligência emocional dos gestores

Sabemos que um bom gestor deve reunir uma série de atributos, como expertise e visão para negócios, boas técnicas de negociação e liderança, conhecimentos práticos e especializados em administração, entre outros. E, claro, além de lidar com a pressão de gerenciar o negócio e a produtividade, deve manter a equipe motivada e engajada. Se ele não conseguir realizar o seu trabalho com equilíbrio e eficiência, o sucesso do seu negócio pode ficar em risco.

Por isso, um fator que é essencial para o sucesso gerencial e que, muitas vezes, acaba sendo negligenciado é o tema que será tratado neste post: a inteligência emocional.

Afinal, o que é inteligência emocional?

O termo inteligência emocional define a capacidade de um indivíduo controlar suas emoções, canalizar energias, lidar com frustrações, manter a concentração mesmo em condições adversas e também saber controlar a impulsividade e sua motivação.

Porém, é comum ainda que muitos gestores não percebam a necessidade latente de aprimorar essa habilidade hoje em dia. Preocupados em desenvolver a inteligência de tantas outras formas, esse fator importantíssimo pode acabar ficando no esquecimento.

Com a inteligência emocional, o gestor consegue transformar desafios em oportunidade de aprendizado ou crescimento, por exemplo.

Vamos pensar num cenário crítico para a empresa, como um período de crise financeira ou interna: se um gestor não tiver controle da situação, não souber transparecer a seus colaboradores equilíbrio e não conseguir se relacionar com os stakeholders (clientes, potenciais fornecedores, imprensa, governo) de forma eficiente, raramente a empresa conseguirá passar pela situação com um saldo positivo.

Por que é importante para os negócios?

Para responder a essa questão, cabe destacar que o mundo dos negócios, em geral, enfrenta grande competitividade e pressão por resultados cada vez maiores, com recursos otimizados e, se possível, em tempo cada vez menor.

Essa realidade, somada ao fato de conduzir bons relacionamentos no ambiente de trabalho e gerar empatia para boas negociações, indicações e referências, faz com que a inteligência emocional seja fundamental para superação de obstáculos e até mesmo situações inusitadas.

Portanto, podemos dizer que a inteligência emocional é, atualmente, um grande diferencial para os gestores modernos.

Da mesma forma, é importante que essa característica seja disseminada para os colaboradores, de modo que toda a equipe, dentro da medida do possível, trabalhe para desenvolver esse lado emocional, a fim de ajudar no resultado da empresa e no seu desenvolvimento pessoal.

Um gestor precisa estar sempre concentrado no trabalho e ao mesmo tempo conseguir manter a equipe motivada e engajada, sustentando a produtividade e o otimismo mesmo em tempos de adversidades. Também é preciso lidar com diversos tipos de situações desfavoráveis e saber trabalhar sob pressão transparecendo confiança ao time, para não perder talentos em épocas de recessão, por exemplo.

Tudo isso é importante, pois caso a liderança não tenha inteligência emocional madura, é provável que o time fique desmotivado ou que esse mesmo gestor não trate as pessoas como deveria, causando insatisfação nos clientes internos e externos e, consequentemente, colocando os resultados em risco.

Como um gestor pode desenvolver sua inteligência emocional?

Confira algumas dicas para exercitar sua inteligência emocional como gestor:

  • Realizar um processo de coaching ou autoconhecimento para aprender a lidar com as próprias emoções e a potencializar as qualidades em prol dos negócios;
  • Procurar focar mais o aspecto positivo dos acontecimentos do trabalho, aprendendo a enxergar oportunidades mesmo em situações em que parece haver perda de algum negócio;
  • Pensar em reverter e não em desistir;
  • Prender-se menos a acontecimentos passados que não deram certo, utilizando apenas a experiência de aprendizado para fazer melhor em projetos futuros;
  • Ocupar-se sempre com algo produtivo, ainda que haja intervalos ociosos no trabalho, sem pensar demasiadamente em cenários negativos, mas sim buscando aplicar seus conhecimentos em prol de uma ideia nova, por exemplo;
  • Fomentar a ideia, entre equipes, de que unidos há mais força para enfrentar desafios na empresa;
  • Estar aberto a mudanças constantemente e aprender que muitos fatos acontecem para que possamos reciclar conhecimentos;
  • Desenvolver uma automotivação diária, buscando sempre fazer algo novo e melhor e, se possível, sempre encontrar formas de compartilhar isso com a equipe.

E você, já encontrou formas de aprimorar sua inteligência emocional e utilizar isso em favor de seus negócios? Ainda tem alguma dúvida a respeito deste assunto? Compartilhe conosco!

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